Diogo Campos | Parceiro comercial de pessoas que conquistam
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Diogo
Campos

Parceiro comercial de pessoas que conquistam

Deixei de morar com meus pais aos 20 anos.

Larguei o emprego formal aos 21.

Queria empreender. E não ter que dar satisfação para ninguém.

Minha primeira empresa nem saiu do papel.

Depois, fali uma Sex Shop.

Fracassei horrores.

Hoje, tenho 28 anos.

Moro em Florianópolis, Santa Catarina.

Tento remover os bloqueios que impedem pessoas de terem a vida profissional e financeira que tanto merecem.

E uma dessas pessoas sou eu mesmo.

Me interesso por:

Já quis mudar o mundo. Mas a preguiça bateu.

E percebi que uma sociedade incrível pode facilmente ser criada por pessoas responsáveis e empáticas. Tanto faz o modelo econômico, o sistema político, o local geográfico, ou qualquer outra coisa. Basta cada pessoa fazer sua parte.

Tento fazer a minha parte todos os dias, portanto.

Acredito no poder das trocas justas.

Na política, abomino essa bobagem de “nós” contra “eles” (esquerda versus direita). Estamos todos no mesmo barco. O Estado é a “empresa” de todos. Todos escolhem quem trabalha lá, e todos pagam o salário deles. Então, se o Estado faz merda, a culpa é de todos. Consertemos. Juntos.

Não que eu seja fã da democracia representativa. Nem de eleições por maioria simples.

Sou fã é de um futebol bem jogado. Mentira. Estou pouco me fudendo para futebol.

Não me importo com deuses. Me importo com pessoas.

Me esforçar para não machucar as pessoas é minha religião.

Xenofobia, racismo, misoginia, misandria, homofobia e similares são comportamentos que ultrapassam os limites da estupidez.

Heterossexual. E cisgênero.

Irremediavelmente tosco. E cafona.

Não fumo. E não bebo.

Exagerado. E meio abusado.

Acho que não tenho vergonha na cara. Nem salvação.

Acho que tenho fobia ao fracasso. Ou é só uma desculpa para não ser tão produtivo quanto gostaria.

Introvertido. Quieto. Calado. Na minha. O silêncio me conforta.

Melancólico por opção.

Prefiro ouvir do que falar. Mil vezes.

Finjo que falo inglês. Tenho alguma vontade de aprender Francês. E italiano.

Falo palavrões. E os escrevo também. Acho que foi possível perceber.

Evito falar na terceira pessoa.

Sou putinha de software livre. E de cultura livre em geral. Uso Fedora e GNOME.

Abaixo a tampa do vaso. E não deixo toalha molhada em cima da cama. Mas não vá pensar que sou um exemplo de higiene 🐷

Não respeito quem usa emoji.

Não respeito quem faz cosplay.

Não respeito quem não percebeu que não falei sério nas 2 frases acima.

Não me lembro agora se tenho uma memória horrível ou não.

É “bolacha”, a propósito.

Tradições me incomodam. Traições também. Traduções não.

Não tenho tatuagem. E não pretendo ter.

Gosto de pudim. E de bolinha de queijo. E de pasta de amendoim integral.

Regozijo com sons de guitarra e piano. E com barulhos eletrônicos também. Prefiro músicas com uma letra positiva. Mas se o som for prazeroso, tá valendo.

Os músicos que eu destacaria, atualmente, são:

Gostava de jogar video-games, mas parei. Dos que joguei, os favoritos que me lembro são:

Não costumo assistir filmes. Dos que já vi, os favoritos que me lembro são:

Tenho pavor de séries. Não sei o motivo.

Só leio livros chatos, que ensinam algo. Acho que não vale mencionar nenhum.

Bo Burnham costuma me fazer rir que nem uma criança abestada. Os roteiristas da TV Quase também.

Não sou engraçado.

Não há uma pessoa acorrentada no meu porão.

Não sou original. Não sou criativo. Não sou especial.

Tanto que me pergunto por que você está lendo essa bosta.

Mas, já que está com tempo sobrando, saiba que tenho algo…

Que tem um nome tosco.

E pode fazer um produto ou serviço ficar mais desejado que brigadeiro.

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